Jesus nos ensina no evangelho a beleza e o desafio do amor ao próximo, como podemos pôr em prática o amor fraterno. Este é o cerne da proposta de Jesus, um amor universal e incondicional. Um amor que não se baseia no tratamento que recebemos, nem nos sentimentos que tal tratamento possa despertar em nós, mas deixar prevalecer a nossa decisão e compromisso de amar.

As leituras de hoje nos ajudam a meditar e a contemplar o quanto Deus nos ama, mesmo com as nossas falhas, imperfeições e até mesmo sendo inimigo Dele.

Enquanto eu odeio a Deus, Ele me abençoa – Enquanto eu amaldiçoo, Ele intercede por mim. Deus está disposto a  vestir minha nudez. Quem eu sou  para Deus? Sou uma pessoa amada. Um filho ou filha de Deus. Ele nos espera incansavelmente.

Jesus glorifica ao Pai porque é capaz de amar até mesmo os seus inimigos. Eu glorifico a Deus quando tambem faço o exercicio de amar, quando eu tomo a decisão de amar incondicionalmente, sem esperar coisa alguma em troca.

Amar é aprender a ser misericordioso como Pai, capaz de olhar as próprias misérias, e as dos outros; e não se afastar, mas cuidar. Aqui entra o que Jesus fala tanto aos seus discipulos – não julgueis e não sereis julgados. Não estamos dentro do coração das pessoas para saber os verdadeiros motivos e razões para tal atitude.

A expressão daí e vos será dado, faz o Cristão ou a Cristã a pensar no que estamos oferecendo as pessoas que convivemos ou até mesmo aqueles que temos dificuldades e consideramos como inimigas.

Peçamos a Deus que  nos ensine a não agir na vingaça ou na maldade com aqueles que não temos tanta aproximação. Que Deus nos dê a mesma  atitude de Davi diante de Saul – de atravessar para outro lado, de parar no alto do monte, deixando um grande espaço para respirar, para pensar, para escolher sempre o bem e decidir amar incondicionalmente, assim como Deus nos ama.

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