“Tu és Pedro, e sobre esta rocha edificarei a minha igreja…”(Mt 16,18)

Paulo e Pedro são dois homens que passaram por um longo caminho de conversão.  Homens fortes, mas ao mesmo tempo com muitas fragilidades.

Pedro era precipitado, com idéias muitas vezes fora do contexto, falava sem pensar. Por outro lado era um homem simples, companheiro, presente e um coração que não era dele.

Paulo, inteligente, culto. No inicio era perseguidor dos cristãos até o momento de sua queda, e quando viu uma luz.

Pedro e Paulo têm algo em comum: Deixaram e permitiram Deus agir em suas vidas. Ao conhecer e conviver com Cristo, foram percebendo que não dava para ser o mesmo.

A primeira leitura narra à ação salvifica de Deus para com Pedro. Acorrentado e preso era a situação que ele se encontrava. Fora que havia dois soldados.

As palavras do Anjo é o que muda o rumo da história: Levanta-te depressa, coloca o teu cinto, calça tuas sandálias. Põe a tua capa e vem comigo. Pedro caiu em si: Agora sei, de fato, que o Senhor enviou o seu anjo para me libertar.

Paulo também faz a experiência da salvação de Deus. Perto de sua morte ele faz uma síntese da ação de Deus em sua vida. Combati o bom combate, completei a corrida, guardei a fé. Ele reconhece a presença de Deus: o Senhor esteve ao meu lado e me deu forças. Eu fui libertado da boca do Leão.

O Evangelho nos ajuda reler a nossa vida e afirmar a nossa identidade. Temos um nome que carrega algo sólido, firme. Tu és Pedro e sofre esta rocha edificarei minha Igreja.

A Pedra que Jesus está falando não é de Pedro que era seguro  de si, orgulhoso que acabou negando a Jesus – Não estava referindo a Petros (pedregulho, sem estabilidade), mas de Petra da rocha firme.

Pedro tornar-se bem aventurado porque Jesus tornou-se uma presença solidificada na vida de Pedro. Que tal fazermos  o mesmo?

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