“…batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo” (Mt 28,19)

A liturgia nos convida a viver a experiência de Deus em comunhão de Pessoas, e a fazer-nos uma viagem ao interior de Deus, como vida de amor que se revela na história da humanidade, uma vida entendida como Pai, Filho e Espírito Santo.

A Primeira Leitura retrata o tempo que os israelitas estavam escravos na Babilônia, e como eles cultivaram a esperança da libertação. Tendo a certeza de serem amados e protegidos por um Deus, que se mostra sensível diante dos problemas e dos sofrimentos dos homens.

Em meio as nossas dificuldades e angústias da vida, também nós devemos aprender a não nos sentirmos sozinhos e abandonados.

Quanto mais mergulhamos em Deus, em sua comunidade de amor, mais poderemos expandir no amor solidário e fraterno. Sendo justos e fraternos com as pessoas.

Para viver essa experiência temos que superar o ídolo ao qual nos apegamos. Os nossos falsos deuses, como por exemplo, os nossos preconceitos, as nossas rigidez diárias, as nossas exigências demasiadas, as nossas teimosias desnecessárias.

O segundo passo é sair de nós mesmos, e criar verdadeiros laços de fraternidade, fortalecendo a comunhão.

Acreditamos na Onipotência de Deus, porém nem todos conhecem verdadeiramente a Onipotência de Deus. A sua Onipotência não é apenas de poder, mas de pleno amor, de ternura.  Quem se esquece desta verdade de fé acaba saindo do fluxo do caminho do amor.

Portanto a Trindade é a glória de Deus que se expressa na vida da humanidade, do amor mútuo. É crer no amor Redentor. Somos chamados a adorar a Santíssima Trindade e só adora aqueles que tem um coração solidário.

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