Devolvei a César o que é de César e a Deus, o que é de Deus” (Mt 22,21)

Estamos celebrando do dia Mundial das Missões neste final de semana. Recordamos neste dia que somos chamados a evangelizar o mundo e as relações. Todos somos missionários de Jesus.

A liturgia de hoje nos convida a ter um discernimento sobre o nosso seguimento a Jesus. Somos, de fato, de Deus ou temos outros deuses que nos conduzem? Às vezes temos dificuldade para definir a quem servimos.

O profeta Isaías, na primeira leitura mostra a maneira de Deus convidar as pessoas para a missão. Ele descreve de uma forma poética para expressar o carinho e o cuidado que Deus tem para nos conduzir para missão.  

Deus nos pega pela mão, chama pelo nome, nos arma como guerreiros mas mesmo assim temos dificuldade para reconhecer o seu chamado e coragem para assumir a missão.

São Paulo nos ensina, na segunda leitura, a importância de dar graças a Deus por tudo, principalmente em nossas orações diárias. Ter o esforço para viver na caridade e na esperança.

No evangelho, Jesus se apresenta como aquele que desconcerta os fariseus. As atitudes são profundas, com discernimento e sabedoria. Ele enfrenta uma pergunta maldosa dos fariseus que fizeram um plano para pegar Jesus.

Nessa história encontramos aqueles que não tinham coragem, porém eram maldosos e mandaram outros. Temos também aqueles que não tinham personalidade e que sujeitavam participar da maldade sendo porta voz.

Jesus desmascara as intenções dos fariseus e não corresponde com o desejo deles de dar uma gafe, comentar um deslize na resposta ou na atitude. Jesus estava a serviço do Reino de Deus e não de Cesár.

Daí a César o que é de César, Jesus está falando do poder. Quando alguém atua com poder, pode tornar-se um César da vida, que age na maldade. Que Jesus possa nos ajudar a viver na bondade, no discernimento a quem de fato servirmos e amamos.

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